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Mulher sorrindo em ambiente de escritório com prateleiras ao fundo, vestindo vestido floral verde sem manga e brincos discretos. Foto corporativa
Charlie na Mídia

Rentabilidade imobiliária: nova era de investimentos em apartamentos

Charlie, o seu concierge.
Charlie, o seu concierge.
Rentabilidade imobiliária: nova era de investimentos em apartamentos
2:06

Nossa Chief Growth Officer (CGO), Aarti Waghela, assina artigo de opinião no Diário do Comércio sobre uma transformação que já é realidade no mercado imobiliário brasileiro: o apartamento deixou de ser apenas patrimônio e passou a ser encarado como uma verdadeira operação de renda.

Do patrimônio à receita recorrente

Durante décadas, comprar um imóvel foi tratado quase como um ritual de passagem — a construção de patrimônio, com sucesso medido pela valorização do metro quadrado. Esse desejo continua vivo entre os brasileiros, mas Aarti destaca que um novo critério ganhou peso na decisão de compra: a capacidade do imóvel de gerar receita recorrente.

Essa mudança acompanha a evolução da própria demanda por hospedagem. Segundo levantamento da Airbtics citado no artigo, a oferta de imóveis para locação de curta temporada cresceu 31,2% no Brasil em 2025, enquanto a receita média por imóvel avançou 13,6% frente ao ano anterior.

Quando a operação pesa tanto quanto a localização

Para Aarti, quando o retorno financeiro se torna o objetivo do imóvel, a operação de locação passa a ter peso semelhante ao da localização. Ela compara o momento à lógica das companhias aéreas: assim como algoritmos ajustam preços de passagens em tempo real, a gestão profissional de imóveis hoje utiliza modelos que ajustam tarifas conforme demanda, eventos locais, sazonalidade e comportamento de mercado — acompanhando indicadores de performance quase em tempo real.

Na prática, isso muda a relação entre investidor e imóvel: o proprietário deixa de lidar com tarefas operacionais no dia a dia e passa a acompanhar resultados, enquanto uma operação especializada assume atividades como:

  • Precificação dinâmica
  • Atendimento 24×7 ao hóspede
  • Manutenção preventiva e corretiva
  • Limpeza padronizada
  • Monitoramento da ocupação

Gestão profissional entra desde a concepção do projeto

Um dos pontos centrais do artigo é como esse movimento já está mudando o próprio processo de desenvolvimento imobiliário. Segundo Aarti, incorporadoras têm buscado empresas especializadas ainda na fase de concepção dos empreendimentos, para desenhar imóveis mais adequados a esse modelo de locação — envolvendo desde a minuta da convenção condominial até o desenho das áreas comuns, as tipologias dos apartamentos e as áreas técnicas necessárias para uma operação eficiente.

Os estudos de viabilidade também mudaram de foco: agora consideram projeções de receita operacional, e não apenas estimativas de valorização patrimonial.

A visão do Charlie sobre o setor

O artigo reforça um posicionamento que está no centro da atuação do Charlie no mercado: o imóvel continua sendo patrimônio, mas entender essa transformação — e responder a uma demanda por hospedagem cada vez mais profissionalizada — é o que vai diferenciar investidores e incorporadoras nos próximos anos.

 

Confira o conteúdo na íntegra via Diário do Comércio, clicando aqui.

Contato para Imprensa: Jossiani Braga (charlie@jbccomunicacao.com)

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