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Interior de sala de hotel com poltrona amarela arredondada, mesa redonda com copo e xícara, televisão na parede e mala de viagem de fibra no canto próximo à cortina clara.
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Relocation no Brasil: Charlie For Business soma 85 contratos em 2025 e cresce 174%

Charlie, o seu concierge.
Charlie, o seu concierge.
Relocation no Brasil: Charlie For Business soma 85 contratos em 2025 e cresce 174%
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A busca por moradia corporativa no Brasil está em alta, e o Charlie For Business sentiu esse movimento na prática. Os resultados da unidade em 2025 foram publicados no Valor Econômico e mostram um salto expressivo nos contratos de relocation.

O desafio de hospedar profissionais por longos períodos

Quando uma empresa transfere um executivo, especialmente vindo do exterior, encontrar onde hospedá-lo por 60 a 180 dias costuma ser complicado. As opções tradicionais deixam lacunas:

  • Hotéis não oferecem o conforto residencial que uma estadia longa exige
  • Plataformas de aluguel por temporada em geral não atendem a exigências como compliance fiscal e SLAs corporativos

Com isso, muitas empresas acabam lidando com vários fornecedores ao mesmo tempo, o que aumenta o risco operacional.

Um cenário de demanda aquecida

O retorno ao trabalho presencial e a falta de oferta padronizada vêm impulsionando o mercado de corporate housing no país. Em São Paulo, a absorção líquida de escritórios chegou a 289 mil m², o segundo melhor resultado dos últimos cinco anos, e a vacância no eixo Faria Lima ficou em 9,2%. No mundo, o mercado de relocation é avaliado em US$ 23,4 bilhões.

Os resultados do Charlie For Business em 2025

Nesse contexto, o Charlie For Business fechou o ano com:

  • 85 contratos de relocation, contra 31 no ano anterior
  • Alta de 174%
  • R$ 21 mil de ticket médio por reserva
  • 62 dias de estadia média

Os bairros mais procurados foram Itaim Bibi, Vila Olímpia e Berrini, todos com forte concentração de empresas. Ao longo de 2025, o portfólio também recebeu novos empreendimentos, o que atraiu parceiros globais de relocation.

“Não se trata de escolher entre uma estadia curta ou longa. A oportunidade está em ter flexibilidade para acompanhar as diferentes necessidades das empresas e de seus profissionais. Quanto mais situações conseguimos atender dentro da mesma operação, mais relevante podemos nos tornar para esses clientes”, afirma Julia Solomon, CMO do Charlie.

Um único parceiro do início ao fim da estadia

A proposta do Charlie For Business é reunir, em uma só operação, o conforto de um apartamento e a estrutura de serviços de um hotel. Na prática, isso significa:

  • Studios e apartamentos de 1 e 2 quartos, totalmente mobiliados
  • Contratos de 30 a 180+ dias, sem precisar combinar hotel e aluguel
  • Nota fiscal, tarifas negociadas por volume e regras claras de cancelamento
  • SLAs definidos e equipe B2B dedicada
  • Atendimento 24/7 pelo WhatsApp, com cotação em até 2 horas
  • Unidades na Faria Lima, Itaim, Vila Olímpia, Berrini e Paulista, além de Rio de Janeiro e Porto Alegre

O que esperar para 2026

O Charlie For Business definiu três prioridades para 2026:

  1. Fortalecer parcerias com RMCs (Relocation Management Companies) globais
  2. Ampliar o número de edifícios no Rio de Janeiro, mercado em que a oferta ainda é limitada
  3. Posicionar São Paulo como hub de corporate housing da América Latina

“O mercado global já está olhando para o Brasil, e a Charlie For Business está pronta para ser a porta de entrada. Se você é uma empresa de relocation, uma RMC ou gerencia programas de mobilidade corporativa e precisa de um parceiro confiável no país, fale com a gente”, convida Julia.

Sobre o Charlie

O Charlie opera mais de 3 mil apartamentos em mais de 90 prédios e recebe mais de 40 mil hóspedes por mês. A empresa também está chegando a Goiânia, com foco em regiões com potencial de demanda e valorização imobiliária.

 

Confira o conteúdo na íntegra via Valor Econômico, clicando aqui.

Contato para Imprensa: Jossiani Braga (charlie@jbccomunicacao.com)

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