IA, fidelização e CAC: STR Summit analisa a transformação das vendas no STR
STR Summit 2026: como o Charlie pensa distribuição, marca e vendas diretas
O painel Distribuição e fidelização de clientes: como ampliar as vendas diretas? foi um dos momentos mais ricos do STR Summit 2026. Com a moderação de Gustavo Syllos, sócio da Forma & Conteúdo, o debate reuniu Allan Sztokfisz, CEO do Charlie, Gabriel Fumagalli, CEO da Xtay, e Ana Carolina Fusquine, VP de Marketing e Vendas da Letsbook — e trouxe à tona uma das questões centrais do setor: como crescer sem depender apenas das OTAs?
O que o painel revelou e o que isso significa?
Três pontos concentraram o debate e dizem muito sobre o estágio atual do mercado:
Primeiro, a dependência das OTAs é real — mas pode ser reduzida. O STR nasceu estruturalmente ligado a plataformas como Airbnb e Booking. Allan foi direto sobre isso: "O STR nasceu amarrado às OTAs e ao quanto elas trazem de demanda. São empresas que oferecem um inventário muito maior ao cliente, visando elevar suas taxas de conversão." Ainda assim, o Charlie chegou ao Summit com 32% das reservas originadas em canais próprios — uma das marcas mais expressivas do setor.
Segundo, construção de marca é estratégia comercial. Desde sua fundação, o Charlie investe em reconhecimento de marca como alavanca de demanda própria. Nas palavras de Allan:
"Tudo que eu puder fazer para trazer uma demanda própria, eu vou fazer." Não é um detalhe — é uma escolha estrutural que diferencia o Charlie de operadores que tratam a marca como custo, não como ativo.
Terceiro, segurança é parte da operação. O painel também abordou fraudes e golpes em canais diretos, um risco real em um setor com pouca presença física. O Charlie respondeu a isso com tecnologia: gateways e ferramentas antifraude integradas ao ecossistema da empresa. Allan ainda destacou um nível de inteligência operacional que vai além: "Também identificamos situações recorrentes, como em quais empreendimentos existem incidências maiores."
Por que esse posicionamento importa para o investidor?
Reservas diretas significam menor comissão paga a intermediários e maior controle sobre a jornada do hóspede. Para quem tem um imóvel sob gestão do Charlie, isso se traduz em operação mais eficiente e potencial de retorno maior. Enquanto o mercado debate se vale a pena investir em canal direto, o Charlie já tem 32% das reservas provando que vale.
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Marca, tecnologia e resultado: o que o Summit confirmou sobre o Charlie
O painel do STR Summit não foi apenas uma discussão setorial. Foi, também, uma vitrine do que o Charlie construiu: uma operação que equilibra presença nas OTAs com investimento consistente em marca própria, canais diretos e segurança. Em um mercado que ainda debate como chegar lá, o Charlie já está operando nesse nível.
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Contato para Imprensa: Jossiani Braga (charlie@jbccomunicacao.com)